Esclarecimento sobre as atividades a distância


Prezadas alunas e prezados alunos do Guerreiro. Criamos esta página para que, mesmo afastados da escola para reduzir as possibilidades de contágio pelo Coronavírus (COVID-19), vocês possam realizar atividades que os mantenham ligados às atividades escolares, evitando prejuízos ainda maiores.


Ao longo dos dias em que as aulas estarão suspensas, serão postadas tarefas para que vocês possam realizar, no caderno ou em folhas, e trazerem quando as aulas voltarem. As atividades são dirigidas aos diferentes ano-ciclos, e podem ser identificadas na parte de baixo de cada postagem. Utilize o mecanismo de busca (na parte de cima do blog) para encontrar e acessar as atividades de sua turma ou vá direto à página da sua turma.
A partir de 6 de julho, as atividades para C10, C20 e C30, postadas no Córtex, estarão disponíveis, também, na página de cada ano ciclo e nos grupos de WhastApp.
ATENÇÃO: A semana de 24 a 28 de agosto está destinada à REVISÃO DAS ATIVIDADES JÁ POSTADAS. Aproveite para colocá-las em dia.
A partir de 21 de setembro (segunda-feira), as tarefas remotas estarão disponíveis pelo aplicativo Alunopoa. Lembramos que o acesso às atividades pelo aplicativo é GRATUITO. CLIQUE AQUI para baixar o aplicativo.




Mostrando postagens com marcador Samuel. Mostrar todas as postagens
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terça-feira, 26 de maio de 2020

Atividade de Geografia para T6. Prof. Samuel

EXPECTATIVA DE VIDA

É possível adivinhar quanto tempo uma pessoa vai viver? Certamente não, a não ser que a pessoa em questão esteja condenada a ser executada ou esteja gravemente doente.
Mas e se a pergunta for a seguinte: quanto tempo aquele grupo de pessoas vai viver? Neste caso, é possível responder. Não quanto tempo cada um vai viver, mas uma média para o grupo.
Por exemplo: sabemos que o tempo esperado de vida para uma pessoa que nasce no Brasil hoje é de 76 anos. Isso não quer dizer que todos vão viver 76 anos. Uns viverão mais, outros menos. Alguns morrerão bem antes, alguns bem depois. Mas em média o brasileiro que nasce hoje deve viver 76 anos. A maioria também deve ficar em torno desse tempo.
Esse número médio de anos de vida é o que chamamos de expectativa de vida.
Por que esse número é importante?
Por vários motivos:
- quanto maior a expectativa de vida em um país, por exemplo, melhores devem ser as condições de vida das pessoas, o sistema de saúde, a alimentação, etc.
- se a expectativa de vida aumenta de um ano para o outro, isso quer dizer que algumas coisas devem ter melhorado no país, e as pessoas estão vivendo mais.
- um país com alta expectativa de vida deve ser mais desenvolvido e ter melhor qualidade de vida.
- um país com baixa expectativa de vida deve ter baixa qualidade de vida e ser menos desenvolvido. Pode também estar passando por problemas, como guerra.

Responda em seu caderno:
a) Você acha que um país com uma taxa de alfabetização baixa deve ter expectativa de vida alta ou baixa? Justifique sua resposta.
b) Se um país melhora o acesso ao sistema de saúde para a sua população, o que deve acontecer com a expectativa de vida?
c) Quando um país que está em guerra passa para um período de paz, o que acontece com a expectativa de vida?

Atividade de Geografia para T5. Prof. Samuel


AMÉRICA - Colonização

Muito sempre se falou sobre as diferenças entre o tipo de colonização que foi praticada no Brasil e o tipo de colonização que foi praticada em outras partes do mundo, como nos Estados Unidos. Também em como isto teria tido influência nos rumos que o país tomou ou que teria tomado se ao invés de Portugal, tivéssemos sido colonizados pelos ingleses, por exemplo.
O fato é que este tipo de consideração não é tão simples, já que, para ficarmos no exemplo dos Estados Unidos, houve 2 tipos de colonização praticada: povoamento e exploração. E nos países que foram colonizados pelos ingleses, na maior parte, os rumos não foram tão melhores quanto os brasileiros.
Mas podemos esclarecer de modo objetivo quais são as diferenças entre uma colônia de povoamento e uma colônia de exploração, para que possamos entender o que aconteceu no Brasil, que foi uma colônia de exploração de Portugal.

Colônia de povoamento




O tipo de colonização menos praticado foi o que promoveu maiores avanços e que deu maiores chances de construção para as nações que vieram depois. Foi o tipo de colonização que foi aplicado inicialmente no norte e no centro das Treze Colônias que deram origem aos Estados Unidos, bem como também foi o tipo de colonização aplicado onde hoje se encontram a China e Nova Zelândia, por exemplo.
Os colonos que chegavam eram em sua grande maioria pessoas e famílias dispostas a viver e a se estabelecer no local, contribuindo para a formação e para o desenvolvimento da região em todos os sentidos.
A exploração que ocorria era quase sempre mínima e visava apenas suprir as pessoas que vivem no local, estando mais direcionada à pesca, à extração de madeira para construção de moradias, de barcos e para aquecimento, entre outras coisas.

Colônia de exploração


O tipo de colonização mais comum foi o praticado no Brasil e em praticamente todo o restante da América Latina, sendo caracterizado pelo extrativismo e pela chegada de colonos que não têm a intenção de ficar no local por muito tempo.
Normalmente, a colônia de exploração tinha apenas um ou dois recursos naturais que interessavam, e por este motivo, não ocorria desenvolvimento. Chegavam apenas homens sozinhos, que vinham para pegar o que interessava e para partir. Durante a colonização, era padrão escravizar os povos locais e trazer pessoas escravizadas, para realizar o trabalho.

Em seguida, anote em seu caderno:
a)    Segundo o texto, que país praticou colonização de povoamento na América?
b)   O Brasil passou por que tipo de colonização?
c)    Na colonização do Brasil, que pessoas realizavam o trabalho para os colonizadores?

segunda-feira, 25 de maio de 2020

Atividade de Geografia para T4.Prof. Samuel



BRASIL - população

Até três anos atrás, o Brasil era o 5° país mais populoso do mundo. Hoje, somos o sexto país em número de habitantes, com pouco mais de 210 milhões de pessoas vivendo no território nacional. Veja a lista dos 10 países mais populosos:


Mas essa população não é distribuída de maneira uniforme nos 26 estados e no Distrito Federal. Alguns estados concentram muita gente, enquanto outros são pouco populosos. Além disso, há diferenças quanto à renda, composição étnica, costumes, etc.
A população do Brasil está crescendo mais lentamente. As famílias atualmente têm menos filhos do que 40 anos atrás, por exemplo.
A população brasileira, entre 1960 e 1990, viveu um período de grande crescimento. As altas taxas de natalidade (número de nascimentos) caracterizavam o país como “país jovem”. Agora, já percebemos uma mudança. Há menos nascimentos e as pessoas vivem mais tempo.
A distribuição da população é bastante irregular. É possível ver isso observando o n° de habitantes de cada estado. Veja a figura abaixo. Cada fatia da pizza representa um estado. Quanto maior a fatia, mais gente tem nesse estado.

Também é importante a densidade populacional. As regiões brasileiras têm diferenças entre si.
A densidade populacional é o número de pessoas que vivem em um local dividido pelo tamanho desse local. É medida em habitantes por quilômetro quadrado. Por exemplo: um estado pode ter mais gente do que outro. Mas se ele for muito maior, terá menos habitantes por km2, isto é, terá menor densidade populacional. Isso porque os habitantes estão “espalhados” em uma área maior.
Na região Nordeste, temos 34,2 indivíduos por quilômetro quadrado, enquanto no Sudeste temos 87 habitantes por quilômetro quadrado. No Norte, 4,1 habitantes por quilômetro quadrado. No Sul, 47,5 habitantes por quilômetro quadrado e no Centro-Oeste, 8,7 habitantes por quilômetro quadrado.


Agora, anote em seu caderno:
a)    Qual é o país mais populoso do mundo?
b)   O Brasil tem mais ou tem menos gente do que os Estados Unidos?
c)    Qual é o estado mais populoso do Brasil?
d)   O Rio Grande do Sul ocupa que posição em n° de habitantes? (dica: olhe o gráfico de pizza)
e) Qual é a região do Brasil que tem menos habitantes por km2?
f)     Que estado é mais populoso: Rio Grande do Sul ou Santa Catarina?

segunda-feira, 18 de maio de 2020

Atividade de Geografia T61. Prof. Samuel

ANALFABETISMO

Vimos na atividade anterior algumas informações sobre a taxa de alfabetização, aqui e no resto do mundo. Mas não tratamos diretamente sobre o analfabetismo nem sobre as dificuldades de quem vive com essa condição. No Brasil, são mais de 13 milhões de pessoas que não entendem a linguagem escrita.
Leia abaixo uma reportagem do jornal Diário Gaúcho sobre isso:

DG acompanha as dificuldades da rotina de uma analfabeta


Moradora de Viamão tem problemas até para ir ao súper e para pegar ônibus

Personagens desta reportagem, Maria de Lurdes dos Santos Souza e Ketlin Stefani Dias Quadros comprarão e guardarão a edição de hoje do Diário Gaúcho, mas pouco farão além de admirar as suas fotografias. Maria e Ketlin são analfabetas, e fazem parte do grupo de 13,2 milhões de brasileiros (destes, 408 mil gaúchos) nesta situação. O contingente de analfabetos é composto, principalmente, por pessoas mais velhas, que não tiveram escolaridade no passado.
Os desafios de Maria de Lurdes
A dona de casa Maria de Lurdes dos Santos Souza, 55 anos, moradora do Bairro Santa Cecília, em Viamão, começou ainda criança a cuidar dos 11 irmãos. Aos 14 anos, já trabalhava em casas de família. Tanta labuta a afastou das salas de aula.
O Diário Gaúcho deu um passeio com Maria para mostrar as limitações de quem vive sem entender a lógica das letras do alfabeto.
Maria passa pelos cartazes de promoção em frente ao supermercado sem nem mover o rosto. 

Entra e já vai procurando quem sempre a ajuda a escolher a carne na bandeja. Para se sentir mais segura, pede auxílio para as mesmas pessoas, até porque os números também são um universo pouco explorado por ela.
Maria diz que, nesses casos, consegue identificar só valores "pequenos" com apenas um número antes da vírgula. Como a carne é mais cara, precisa de auxílio.
– Quero uma agulha que não seja muito dura – diz ao atendente.
A embalagem facilita a identificação do pão que compra para o marido. A fruteira é o setor no qual mais se sente à vontade:
– Rúcula, conheço pela planta e porque começa com R e U. Meu neto que me ensinou a relacionar essas duas letras.
Perdida no posto
Com consulta marcada para dali a dois dias, Maria foi buscar um raio-X no Pronto-Atendimento de Viamão. No prédio cheio de palavras escritas nas portas, ela admitiu o quanto é estranho não saber para onde ir:
– É confuso não entender o que está escrito.
O exame ainda não estava pronto, e a atendente pediu para ela deixar dois telefones de contato. Sem saber como procurar na agenda o nome do filho, alcançou para a atendente o celular.
Sabonete de cachorro
A maior dificuldade está no corredor dos produtos de higiene e limpeza. É o tormento de Maria. Por não saber diferenciar produtos, já comprou condicionador ao invés de xampu. Já levou para casa sabonete para cachorro ao supor que eram para humanos. Só garante que nunca esquece da embalagem do seu sabão em pó favorito:
– Não sei ver estes preços. Não consigo relacionar preços com os produtos. Deixo para comprar quando faço rancho, aí uma das minhas noras me acompanha.
Decoreba para pegar ônibus 

Ao esperar a linha Santa Cecília na Parada 44, Maria admite que o tempo e algumas confusões a forçaram a decorar as palavras Viamão e Bento _ das linhas que passam pela Avenida Bento Gonçalves, em Porto Alegre. Diz ela que "tem muita coisa que se aprende decorando".
Ao longo dos 30 anos em que trabalhou como doméstica, enfrentou alguns apertos por não saber ler. Certa vez, pegou o ônibus que passa pela Bento ao invés da linha que vai até a Avenida Protásio Alves, na Capital:
– Por medo, não perguntei para ninguém onde eu poderia descer. Desci em qualquer lugar e fui a pé até a casa onde trabalhava na época, no Bairro Petrópolis. Cheguei mais de duas horas atrasada – lembra.
Com pouca confiança em si, Maria acredita que já é tarde demais para aprender a ler, mas reconhece que sua vida seria outra se entendesse as palavras:
– Sou uma pessoa que não visita outros lugares e mal conhece a Capital. Deus o livre eu ir a Porto Alegre sozinha.
Sem dinheiro

A confusão que Maria faz com dinheiro a faz acreditar que já foi lograda no comércio.


Antes de ir embora, pretendia sacar dinheiro no caixa 24 horas do supermercado. Como nenhuma das duas atendentes que sempre a ajudam na tarefa estava por lá, deixou para voltar depois.
– Volto com meu filho mais tarde. Sem elas, não saco nada, tenho medo.
"Tu te sentes como uma criança"
Ketlin só sabe escrever o próprio nome

Ketlin Stefani Dias Quadros, 21 anos, tem a letra K tatuada na mão direita. A letra é a inicial também do nome de dois dos três filhos da jovem _ são eles Kevelyn, quatro anos, Kauê, três anos, e Thaylor, um ano _ que mora no Bairro Restinga, na Zona Sul da Capital. Mas a intimidade de Ketlin com o alfabeto para por aí.
Diferentemente dos jovens da sua idade, ela não tem perfil em redes sociais nem fica trocando mensagens pelo celular. Analfabeta, cursou apenas até a segunda série em uma infância tumultuada. Trocava de bairro com uma frequência que dificultava sua permanência no colégio.
– Eu sempre quis estudar, desde criança via outras crianças com mochila e caderno e também queria ter aquilo – reconhece.
Constrangimento

O constrangimento por não saber ler a persegue o tempo todo. No supermercado, conta que as pessoas não entendem quando uma guria que sequer usa óculos precisa de ajuda para "enxergar" o que está nas etiquetas.
– As pessoas ficam me olhando com cara de deboche e perguntando porque eu estou pedindo ajuda. Quando meu filho Kauê esteve internado no Hospital da Puc, eu não saía do quarto porque tinha medo de me perder e de não saber voltar – relata.
A limitação se torna uma barreira até nas atividades mais banais. Na farmácia, não vai sem o marido, o pedreiro André, 30 anos.
Já trabalhou um mês inteiro fazendo limpeza e foi lograda ao receber apenas R$ 50. Sem ter noção do dinheiro, achou que tinha recebido o valor referente ao salário de um mês:
– Tu te sentes como uma criança.
Porém, para Ketlin, 2016 será um ano de mudanças. Como já deixou de amamentar o filho mais novo, pretende se inscrever na Educação de Jovens e Adultos (Eja) e estudar à noite, enquanto o marido fica com os filhos.
– Meu sonho é poder estudar e ser médica, para ajudar quem precisa do Sus – afirma.
Evasão é o maior entrave
O Rio Grande do Sul tem 589 escolas estaduais que oferecem Educação para Jovens e Adultos (Eja), das quais 94 estão localizadas na Capital. O mais importante é garantir a formação continuada dos professores para que eles consigam fazer com que o aluno perceba a importância da alfabetização.
Qualquer aluno pode iniciar a alfabetização do zero nas escolas que possuem Eja. Dependendo da estrutura da escola, as turmas reúnem alunos em diversos níveis. O maior entrave, segundo ela, é a alta evasão: muitos são os que fazem matrícula e depois não aparecem. Muitos alunos têm que trabalhar e não dão conta de estudar ou não têm incentivo da família.

Para esta semana, apenas leia toda a reportagem com atenção e pense em uma outra dificuldade que pode ter uma pessoa que não sabe ler. Descreva essa situação em seu caderno.

Atividade de Geografia para T51. Prof. Samuel


TVE REPORTER - "CAMINHOS DO LIXO"

Assista ao vídeo, a partir dos 9min30s, até 17min30s:

Em seguida, anote em seu caderno:
a)    Para onde vai uma bituca de cigarro que é jogada na rua?
b)   Se a bituca de cigarro for descartada corretamente, ela vai ser queimada na indústria, e gerar energia. Sobram as cinzas. O que é feito com essas cinzas?
c)    A repórter mostra alguns produtos que não devem ser descartados no lixo de casa. Quais são eles?
d)   O que fazer com a lâmpada velha quando vamos comprar uma nova?

Atividade de Geografia para T41. Prof. Samuel




BRASIL - localização e vizinhos

Observe o mapa abaixo. É um mapa político da América do Sul, que mostra em destaque o Brasil e a divisão do país em estados e as capitais desses estados. Cada cor representa um estado. Tudo o que está na cor cinza é a parte da América do Sul que não é Brasil. Isto é, são outros países. O que está em azul é mar.
O Brasil está dividido em 26 estados, e mais o Distrito Federal, onde se encontra a capital nacional. Cada estado tem sua própria capital. Por exemplo: estamos no estado do Rio Grande do Sul. Esse estado tem quase 500 cidades. Uma delas é a capital (Porto Alegre).


Agora, anote em seu caderno:
a)    Quantos países há na América do Sul, além do Brasil?
b)   Dois desses países não são nossos vizinhos, isto é, não fazem divisa com o Brasil. Quais são eles?
c)    Que oceano banha o Brasil?
d)   Que países fazem divisa com o Rio Grande do Sul?
e)    Que estado brasileiro faz divisa com o Rio Grande do Sul? Qual é a capital desse estado?
f)     Estamos mais perto de Minas Gerais ou da Bahia?

sexta-feira, 8 de maio de 2020

Atividade de Geografia para T61. Prof. Samuel

TAXA DE ALFABETIZAÇÃO

Você está cursando a penúltima etapa do Ensino Fundamental. E está lendo as instruções para esta atividade. Isso significa que você é alfabetizado, assim como seus colegas.
Por definição, é alfabetizado quem consegue ler pelo menos um bilhete simples e entendê-lo.
Podemos saber se em um determinado local muitas ou poucas pessoas são alfabetizadas da seguinte maneira: é feita uma pesquisa e o resultado dessa pesquisa diz quantos por cento das pessoas são alfabetizadas.
Com essa informação, podemos saber a TAXA DE ALFABETIZAÇÃO de um local, de uma cidade, de um país.
A taxa de alfabetização é o percentual de pessoas com mais de 15 anos que consegue ler pelo menos um bilhete simples.
Por exemplo: na turma T61, como todos são alfabetizados, a taxa de alfabetização é de 100%. Em Porto Alegre, é de 98%. No Brasil, é de 93%.

Observe o mapa abaixo. Ele mostra as taxas de alfabetização dos países.




Veja a cor do Brasil no mapa. Olhe para a legenda. Indica que o país tem taxa de alfabetização entre 90 e 97%. Está certo, porque vimos acima que a taxa é de 93%.
Um país marcado em amarelo, por exemplo, tem apenas entre 35 e 50% das pessoas sabendo ler pelo menos um bilhete.
  
Exercício:
a)    Veja a taxa de alfabetização do Brasil no mapa e encontre outros países com a mesma taxa (pelo menos 7). Anote no caderno.
b)   Onde estão os países com as melhores taxas. E os piores?

Para ajudar, você pode consultar o mapa Mundi Político, para ver os nomes dos países e continentes, clicando AQUI


Atividade de Geografia para T51. Prof. Samuel

TVE REPORTER - "CAMINHOS DO LIXO"

Assista ao vídeo do programa TVE Reporter, somente a primeira parte 
(até 9min24s):

Em seguida, anote em seu caderno:
a)    Um local onde existe acúmulo de lixo perto da sua casa.
b)   Que tipo de lixo tem nesse local?
c)    Que problemas esse foco de lixo pode causar?
d)   O que poderia ser feito para evitar que esse local tenha lixo acumulado?
e)    Para onde vai o lixo produzido em Porto Alegre?
f)     Alguém no vídeo fala em fazermos compostagem em casa. Pesquise o que é compostagem e como se faz. Anote um resumo sobre como fazer.